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domingo, 9 de agosto de 2009

Utopia


Olho o horizonte e avisto utopia!
Revejo-me à procura da nossa melodia perdida.

Uma vida de sonho, eu não consigo ter!
O íntimo sinto perder... o vazio estranho vejo crescer.

Procuro por mim, procuro por ti
Quero emoções que outrora senti.

Procuro um olhar
Desejo-te amar...

A solidão que sinto ao luar...
És tu sereia do mar.

A mão que se perde à procura da tua
Como a minha pele ardente e nua...

Desejo o teu corpo amarrado ao meu
Anseio ternura do teu olhar que já se perdeu?

Agora é noite na minha alma
Noite inacessível, noite cerrada

Noite sem estrelas, noite sem ternura
Noite sem ti, noite sem aventura

Noite... e mais nada.
Espero,
Desespero;

E continuo à tua espera… sempre!
JC


3 comentários:

Nada do que eu faça pode mudar o destino. disse...

linda poesia..bjos..

teu espaço ta bonito

milhita disse...

A verdade do que somos, do que sonhamos, são sopros de vida que trazemos, nossos.
O desejo funde-se na verdade, nos momentos em que tudo para e a vida sorri-nos.

sofimelo disse...

Quantos de nós continuam à espera de alguém que pode nunca chegar.
Quem dera esperar por alguém ou, que alguém esperasse por mim.
Adorei as palavras apaixonantes.